Pablo de Assis

Psicologo, pesquisador e psicoterapeuta junguiano. Trabalha com psicoterapia de adolescentes e adultos e tem MBA em Gestão de Recursos Humanos, experiência na área de tecnologia educacional, podcasting e tecnologia em geral. Para entrar em contato, enviem emails para pablo@deassis.net.br.

9 responses to “Nossa amiga, a Sombra”

  1. Arjan

    Eu tinha uma noção desse conceito, mas não com essas palavras, assim, bem definidinho.
    Observei que eu projetava meus defeitos nos outros, e que os outros também faziam o mesmo. Graças a isso, quando começo a taxar as pessoas de determinado modo, me pergunto se isso não é defeito meu. Geralmente é. Reflete uma insatisfação pessoal.

    Li que o budismo diz pra vivermos com a mente focada no presente, sem julgar, o que acho sensacional. Assim, a sombra não se torna uma coisa tão forte, ou pelo menos podemos lidar melhor com ela. Agora, se a gente vive em uma realidade social e complicada (e não isolados em mosteiros), fazer isso é bem difícil.

  2. Jung e a Psicanálise de Freud | Pablo de Assis

    [...] que o ajudaram a moldar suas principais teorias, como os complexos ideo-afetivos, o Ego, a Sombra, a Persona, o Self, a Anima e o Animus, entre vários [...]

  3. francisco ruiz

    oi pablo,

    descobri seu site quando procurava uma imagem sobre a sombra… a sombra que faz um objeto que intercepta a luz!
    dei com o seu post explicando o conceito de sombra e gostei do seu jeito didático e versátil.

    bem, eu sou o chico abelha, um tipo de cicerone numa rede social de autoconhecimento e troca de experiências.
    nosso trabalho é inspirado em joseph campbell e jung… que mitos estaríamos vivendo nós hoje?
    o nome da rede é YuBliss e convido você a dar uma olhada na gente e ver onde podemos trocar (lembre-se que somos uma rede social aberta, tem todo tipo de gente).
    quem sabe você não dá um fórum virtual, temos um modalidade que se chama “com o especialista”, você poderia escolher um tema e desenvolveríamos por 5 dias, ao longo dos quais vc responde nos horários que puder, não é preciso ficar online o tempo todo.

    espero você lá no http://www.yubliss.com

    abraço,

    chico.

  4. Sobre a Morte e o Viver… | Pablo de Assis

    [...] esteja vivo. Da mesma forma, para que algo possa viver, ele tem que poder morrer também. Uma é a sombra da outra e uma é tão necessária quanto a outra. Compreender isso e aceitar isso já é o [...]

  5. Vinícius Cortez

    Comentando o que o amigo ali em cima disse, realmente esse tipo de pensamento faz sentido estar numa religião que pregue a fraternidade. Acho que tem disso no cristianismo também. “E por que atentas tu no argueiro que está no olho de teu irmão, e não reparas na trave que está no teu próprio olho?”. Não sou cristão, mas esses ditados passam por DNA.

  6. Bullying, a vítima e a vitimização | Pablo de Assis

    [...] Uma vítima é alguém que sofre alguma agressão. Neste caso, o agressor é o bully. Mas é interessante notar que, psicologicamente falando, todos temos uma parcela vítima e uma parcela agressora em nós mesmos. Jung notou que tudo o que aparece de forma consciênte apresenta um oposto inconsciente. Ou seja, se conscientemente eu sou vítima, inconscientemente eu também sou agressor, e vice-versa. Se eu me identifico com meu Ego, a minha Sombra sempre vai trazer o meu oposto dentro de mim. [...]

  7. maria

    Gostei muito do que li, e para mim foi de muita ajuda. Pois me dei conta de que sou muito implicante, rabugenta, e vejo defeito na maioria das pessoas. Só gosto de pessoa boazinha e que não oferece perigo.
    percebi isso com muita dor, pois venho sofrendo muitas humilhações, seja lá onde eu estou ou me encontro por um determinado tempo, no trabalho por exemplo.
    Procuro ajuda pois esse tipo de situação, vem me tirando o ânimo de viver, o medo aumenta e a insegurança também.
    POr isso digo que foi esclarecedor, o fato de saber que é a minha sombra que está fazdendo isso comigo. Vou procurar ser amiga de minha sombra, quem sabe ela me ajuda a ser mais feliz e viver em paz.

  8. César

    Acho que agora entendí um pouco melhor essa ideia de sombra. Mas Pablo, ao aceitar a sombra não podemos cair no erro de estagnar em nosos desenvolvimento ?

    Usando o exemplo do cara preguiçoso. Imagina que ele agora percebeu que é preguiçoso, parou de projetar em todo mundo. Será que agora ele não vai aceitar a preguiça como parte dele, em vez de tentar ser menos preguiçoso ?

    Obrigado.

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