Pablo de Assis

Psicologo, pesquisador e psicoterapeuta junguiano. Trabalha com psicoterapia de adolescentes e adultos e tem MBA em Gestão de Recursos Humanos, experiência na área de tecnologia educacional, podcasting e tecnologia em geral. Para entrar em contato, enviem emails para pablo@deassis.net.br.

4 responses to “Os Contos de Fadas e o Caminho do Herói”

  1. A Mitologia dos Contos de Fadas | Pablo de Assis

    [...] Os Contos de Fadas e o Caminho do Herói [...]

  2. Tiago Dienstbach

    Adorei o post, acho muito interessante a ideia da jornada do herói analisando contos de fadas.

    Mas tenho um pensamento a considerar: “Geralmente o herói consegue enfrentar seu desafio sozinho, enquanto a heroína geralmente acaba conseguindo com a ajuda de algum outro personagem”

    Acho que podemos colocar tanto o herói quanto a heroína na classificação de que necessita de ajuda. Se considerarmos o arquétipo do mentor, existente na jornada indiferente do gênero sexual da personagem protagonista, ele ajuda com presentes e conselhor, principalmente ao fazer com que o herói / heroína se comprometa com a aventura.

    Gosto muito do site espero que continue o ótimo trabalho que tem feito! Muito obrigado.

  3. Gabriella Suladrena

    Aquelas que sempre foram contadas Chapeuzinho Vermelho, Cinderela, Branca de Neve

  4. Os Contos de Fadas Através da História | Pablo de Assis

    [...] Originalmente os contos de fadas não foram feitos para serem histórias infantis.  Eram histórias contadas em círculos sociais adultos como formas de entretenimento e, assim, possuíam doses de elementos sexuais e de violência, como adultério, incesto, voyeurismo, exibicionismo, canibalismo ou estupro. Pode-se pensar que essas histórias, como as fábulas voltadas para crianças, tentavam mostrar originalmente as consequências dos diferentes comportamentos, os bons e os maus. Porém, muitas das histórias não apresentavam sequer alguma veia de moralidade. Então, durante boa parte da Idade Média, os contos de fadas eram bastante populares – em vários sentidos. [...]

Leave a Reply