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Oficina de Podcast Módulo 2 – Produção


Oficina de Podcasts!No último sábado apresentei o segundo módulo de uma oficina de Podcast organizada pelo SESC Curitiba. E por que eu só anunciei agora? Quer dizer que já se foram dois módulos dessa oficina e só agora estamos sabendo disso? Pois é… Aconteceram diversos problemas pessoais e acabei me enrolando com a divulgação do evento. Mas, antes tarde do que nunca, certo?

A oficina foi muito boa, por sinal, e antes de tudo, eu adoraria ter gravado as três horas do evento e poder distribuí-lo aqui no formato de podcast! Porém, devido a problemas técnicos e falhas na bateria da mesa de som, infelizmente, só consegui gravar os minutos iniciais da oficina e não consegui o material para disponibilizá-lo aqui. Mas, mesmo assim, ainda tenho os slides com o material básico do segundo módulo da oficina para disponibilizar aqui. Por mais que na maioria dos slides só contenha algumas palavras chave para orientar a nossa conversa, ao final deixo uma lista de vários artigos e episódios do Metacast com informações realmente úteis para podcasters iniciantes. Ao mesmo tempo, esses links são de relevância para prepararnos para o terceiro e último módulo dessa oficina!

Neste módulo, iremos produzir um podcast. Ele será curto – devido as limitações de tempo da oficina, mas terá a colaboração de todos os participantes, onde aprenderemos alguns truques do Audacity e colocaremos em prática muito do material estudado no segundo módulo. Então, caso você more em Curitiba e tenha interesse em participar do terceiro módulo da Oficina de Podcast, compareça dia 3/8/2013 no SESC do Paço da Liberdade às 14hs e construa conosco essa experiência!

O Imaginário do Rádio e o Podcast


Como podemos imaginar o podcast?Um tema inusitado, mas tem tudo a ver com a minha dissertação de mestrado que tem justamente esse tema: o imaginário do podcast. Não estou tratando exclusivamente do podcast ou do podcasting em si enquanto mídia, mas sim do que nós usuários dessa mídia – produtores e consumidores – conseguimos imaginar dela e criar com ela. A minha base de partida foram os trabalhos já realizados sobre o imaginário do rádio, dentro de uma área de pesquisa do imaginário.

Então, baseado nessas pesquisas resolvi imaginar o podcast. Quais seriam suas características e potenciais? Como podemos imaginar sua produção? E o principal: onde poderemos chegar com essa mídia? Essa é a base da minha pesquisa. E o artigo que publiquei no final do ano passado, no nº 9 da revista Comunicologia da Universidade Católica de Brasília, trata um pouco sobre esse tema, focando mais nos trabalhos clássicos sobre imaginário do rádio e como isso se relaciona com o podcast. Para quem se interessar, aqui vai o resumo:

Este artigo propõe visualizar o imaginário do podcast a partir dos estudos clássicos do imaginário do rádio. Como ambos se assemelham pela transmissão de áudio à distância, existem elementos de comparação. Ao mesmo tempo, encontram-se elementos de diferenciação. Baseado em Bachelard, Arnheim e McLuhan e seus interlocutores, constrói-se a relação do rádio e do podcast com o inconsciente, a visualidade e a tecnologia. Conclui-se que ao se perceber o imaginário do podcast consegue-se visualizar suas potencialidades e possibilita-se imaginar o que há de único no podcast.

Caso você tenha se interessado e queira baixar e ler o artigo na íntegra, basta baixar no link ao final do texto. E, se você for acadêmico e quiser citá-lo, fique à vontade!

 

Uma breve história das doenças mentais*


Os transtornos mentais sempre acompanharam a humanidade.Desde que as pessoas se reconhecem enquanto pessoas, existe a percepção de comportamento normal, padrão e comportamento desviante. Em diferentes momentos da história, esses comportamentos desviantes receberam vários nomes e classificações.

Para os antigos, alguns desses comportamentos eram vistos como sinais de deuses, tanto positivos quanto negativos. Alguns casos de esquizofrenia, por exemplo eram vistos como sinais de profetas.

Com a influência do cristianismo na cultura ocidental, esses mesmos comportamentos passaram a ser vistos como sendo negativos e influenciados por demônios. A depressão, por exemplo, dizia-se que era influenciada pelo demônio do meio-dia. Como a Igreja tinha bastante influência na sociedade, essas pessoas eram ou abandonadas por estarem possuídas ou eram levadas a igrejas para serem exorcizadas.

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