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	<description>Psicologia, Tecnologia e tudo mais.</description>
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		<title>Pablo de Assis &#187; Textos e Apostilas</title>
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	<itunes:subtitle>Podcast de psicologia, tecnologia e tudo mais!</itunes:subtitle>
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		<title>O Imaginário do Rádio e o Podcast</title>
		<link>http://pablo.deassis.net.br/2012/01/o-imaginario-do-radio-e-o-podcast/</link>
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		<pubDate>Thu, 26 Jan 2012 00:08:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pablo de Assis</dc:creator>
				<category><![CDATA[Podcast e Podcasting]]></category>
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		<description><![CDATA[Um tema inusitado, mas tem tudo a ver com a minha dissertação de mestrado que tem justamente esse tema: o imaginário do podcast. Não estou tratando exclusivamente do podcast ou do podcasting em si enquanto mídia, mas sim do que nós usuários dessa mídia &#8211; produtores e consumidores &#8211; conseguimos imaginar dela e criar com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://pablo.deassis.net.br/wp-content/uploads/podcast_icon1.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-839" title="Como podemos imaginar o podcast?" src="http://pablo.deassis.net.br/wp-content/uploads/podcast_icon1.jpg" alt="Como podemos imaginar o podcast?" width="220" height="242" /></a>Um tema inusitado, mas tem tudo a ver com a minha dissertação de mestrado que tem justamente esse tema: o imaginário do podcast. Não estou tratando exclusivamente do <a title="Aproveite e ouça aqui o meu podcast, o PsicoLog!" href="http://pablo.deassis.net.br/category/podcasts/psicologpod/" target="_blank">podcast</a> ou do podcasting em si enquanto mídia, mas sim do que nós usuários dessa mídia &#8211; produtores e consumidores &#8211; conseguimos imaginar dela e criar com ela. A minha base de partida foram os trabalhos já realizados sobre o imaginário do rádio, dentro de uma área de pesquisa do imaginário.</p>
<p>Então, baseado nessas pesquisas resolvi imaginar o podcast. Quais seriam suas características e potenciais? Como podemos imaginar sua produção? E o principal: onde poderemos chegar com essa mídia? Essa é a base da minha pesquisa. E o artigo que publiquei no final do ano passado, no nº 9 da revista <a title="Revista Comunicologia" href="http://portalrevistas.ucb.br/index.php/comunicologia/issue/view/200">Comunicologia</a> da Universidade Católica de Brasília, trata um pouco sobre esse tema, focando mais nos trabalhos clássicos sobre imaginário do rádio e como isso se relaciona com o podcast. Para quem se interessar, aqui vai o <a title="Resumo e link para o texto completo direto do site da revista Comunicologia" href="http://portalrevistas.ucb.br/index.php/comunicologia/article/view/2885">resumo</a>:</p>
<blockquote><p><em>Este artigo propõe visualizar o imaginário do podcast a partir dos estudos clássicos do imaginário do rádio. Como ambos se assemelham pela transmissão de áudio à distância, existem elementos de comparação. Ao mesmo tempo, encontram-se elementos de diferenciação. Baseado em Bachelard, Arnheim e McLuhan e seus interlocutores, constrói-se a relação do rádio e do podcast com o inconsciente, a visualidade e a tecnologia. Conclui-se que ao se perceber o imaginário do podcast consegue-se visualizar suas potencialidades e possibilita-se imaginar o que há de único no podcast.</em></p></blockquote>
<p>Caso você tenha se interessado e queira baixar e ler o artigo na íntegra, basta baixar no link ao final do texto. E, se você for acadêmico e quiser citá-lo, fique à vontade!</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<itunes:summary>Um tema inusitado, mas tem tudo a ver com a minha dissertação de mestrado que tem justamente esse tema: o imaginário do podcast. Não estou tratando exclusivamente do podcast ou do podcasting em si enquanto mídia, mas sim do que nós usuários dessa mídia - produtores e consumidores - conseguimos imaginar dela e criar com ela. A minha base de partida foram os trabalhos já realizados sobre o imaginário do rádio, dentro de uma área de pesquisa do imaginário.

Então, baseado nessas pesquisas resolvi imaginar o podcast. Quais seriam suas características e potenciais? Como podemos imaginar sua produção? E o principal: onde poderemos chegar com essa mídia? Essa é a base da minha pesquisa. E o artigo que publiquei no final do ano passado, no nº 9 da revista Comunicologia da Universidade Católica de Brasília, trata um pouco sobre esse tema, focando mais nos trabalhos clássicos sobre imaginário do rádio e como isso se relaciona com o podcast. Para quem se interessar, aqui vai o resumo:
Este artigo propõe visualizar o imaginário do podcast a partir dos estudos clássicos do imaginário do rádio. Como ambos se assemelham pela transmissão de áudio à distância, existem elementos de comparação. Ao mesmo tempo, encontram-se elementos de diferenciação. Baseado em Bachelard, Arnheim e McLuhan e seus interlocutores, constrói-se a relação do rádio e do podcast com o inconsciente, a visualidade e a tecnologia. Conclui-se que ao se perceber o imaginário do podcast consegue-se visualizar suas potencialidades e possibilita-se imaginar o que há de único no podcast.
Caso você tenha se interessado e queira baixar e ler o artigo na íntegra, basta baixar no link ao final do texto. E, se você for acadêmico e quiser citá-lo, fique à vontade!

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		<itunes:keywords>Podcast e Podcasting, Textos e Apostilas</itunes:keywords>
		<itunes:author>Pablo de Assis</itunes:author>
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		<title>Uma breve história das doenças mentais*</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Feb 2010 22:10:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pablo de Assis</dc:creator>
				<category><![CDATA[Psicopatologia]]></category>
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		<category><![CDATA[demônio do meio dia]]></category>
		<category><![CDATA[doença mental]]></category>
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		<description><![CDATA[Desde que as pessoas se reconhecem enquanto pessoas, existe a percepção de comportamento normal, padrão e comportamento desviante. Em diferentes momentos da história, esses comportamentos desviantes receberam vários nomes e classificações. Para os antigos, alguns desses comportamentos eram vistos como sinais de deuses, tanto positivos quanto negativos. Alguns casos de esquizofrenia, por exemplo eram vistos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://pablo.deassis.net.br/wp-content/uploads/2010/02/uchr_08_img0882.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-275" title="Os transtornos mentais sempre acompanharam a humanidade." src="http://pablo.deassis.net.br/wp-content/uploads/2010/02/uchr_08_img0882.jpg" alt="Os transtornos mentais sempre acompanharam a humanidade." width="204" height="272" /></a>Desde que as pessoas se reconhecem enquanto pessoas, existe a percepção de comportamento normal, padrão e comportamento desviante. Em diferentes momentos da história, esses comportamentos desviantes receberam vários nomes e classificações.</p>
<p>Para os antigos, alguns desses comportamentos eram vistos como sinais de deuses, tanto positivos quanto negativos. Alguns casos de esquizofrenia, por exemplo eram vistos como sinais de profetas.</p>
<p>Com a influência do cristianismo na cultura ocidental, esses mesmos comportamentos passaram a ser vistos como sendo negativos e influenciados por demônios. A depressão, por exemplo, dizia-se que era influenciada pelo <a title="Solomon, Andrew. O Demônio do Meio Dia." href="http://www.submarino.com.br/produto/1/182286/demonio+do+meio-dia,+o/?franq=272988"><em>demônio do meio-dia</em></a>. Como a Igreja tinha bastante influência na sociedade, essas pessoas eram ou abandonadas por estarem possuídas ou eram levadas a igrejas para serem exorcizadas.</p>
<p><span id="more-274"></span>No final da idade média e início do Renascimento, pessoas que apresentavam esses comportamentos eram deixados de lado pela sociedade. Eles eram chamados de loucos e muitas vezes eram trancados com criminosos para afastar suas influências das pessoas ditas normais.</p>
<p>Com o tempo e o avanço da medicina, começou-se a perceber que esses “loucos” não possuíam só comportamento desviante, mas apresentavam sintomas claros que se repetiam em várias pessoas. Agora, ao invés de trancados em cadeias com criminosos comuns, eles eram trancados em asilos e manicômios para serem estudados e tratados. Neste ponto, passou-se a reconhecer a loucura como doença mental.</p>
<p>*Originalmente escrito para a apostila &#8220;<em>Um breve manual de transtornos mentais &#8211; uma breve introdução à psicopatologia e aos sistemas diagnósticos de classificação</em>&#8220;.</p>
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		<itunes:summary>Desde que as pessoas se reconhecem enquanto pessoas, existe a percepção de comportamento normal, padrão e comportamento desviante. Em diferentes momentos da história, esses comportamentos desviantes receberam vários nomes e classificações.

Para os antigos, alguns desses comportamentos eram vistos como sinais de deuses, tanto positivos quanto negativos. Alguns casos de esquizofrenia, por exemplo eram vistos como sinais de profetas.

Com a influência do cristianismo na cultura ocidental, esses mesmos comportamentos passaram a ser vistos como sendo negativos e influenciados por demônios. A depressão, por exemplo, dizia-se que era influenciada pelo demônio do meio-dia. Como a Igreja tinha bastante influência na sociedade, essas pessoas eram ou abandonadas por estarem possuídas ou eram levadas a igrejas para serem exorcizadas.

No final da idade média e início do Renascimento, pessoas que apresentavam esses comportamentos eram deixados de lado pela sociedade. Eles eram chamados de loucos e muitas vezes eram trancados com criminosos para afastar suas influências das pessoas ditas normais.

Com o tempo e o avanço da medicina, começou-se a perceber que esses “loucos” não possuíam só comportamento desviante, mas apresentavam sintomas claros que se repetiam em várias pessoas. Agora, ao invés de trancados em cadeias com criminosos comuns, eles eram trancados em asilos e manicômios para serem estudados e tratados. Neste ponto, passou-se a reconhecer a loucura como doença mental.

*Originalmente escrito para a apostila "Um breve manual de transtornos mentais - uma breve introdução à psicopatologia e aos sistemas diagnósticos de classificação".</itunes:summary>
		<itunes:keywords>Psicopatologia, Textos e Apostilas</itunes:keywords>
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