Archives for : Comportamento

Ainda um pouco mais sobre bullying


O problema do bullying nunca é só o bully...Bullying é um tema controverso, polêmico e atual, tanto é que fui convidado pelo pessoal do Papo de Gordo para gravar um podcast sobre bullying! A conversa foi muito bacana e foi muito bem recebida. Porém, como todo papo polêmico, teve bastantes controversas. Caso queira ouvir o cast original, sigam este link. E neste, vocês poderão acessar o episódio onde foi lido alguns comentários sobre o episódio de Bullying.

Como toda boa conversa, esse cast sobre bullying rendeu muita conversa e repercussão… Esperava que fossem repercussões positivas e criativas, mas infelizmente percebo que houve mais desinformação do que diversão. Só lembrando que, por mais que o tema do cast seja sério, a proposta sempre foi ver as coisas por um lado mais leve – ao menos a minha proposta ao participar do programa era mostrar que, por mais sério que seja um problema, podemos aprender a ver as coisas por outros ângulos.

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Minha opinião sobre leis contra homofobia


Lei anti-homofobia reforça homofobia?Desnecessário. Essa é a minha opinião. Curta e direta. Agora, para poder compreendê-la, já é necessário de mais tempo de reflexão…

Primeiro, precisamos compreender o que é “homofobia”. A definição de homofobia é a raiva ou repulsa por homossexuais. Existe aí um pequeno erro por parte de algumas pessoas que associal o sufixo -fobia a medo, então seria medo de homossexuais. Mas não estamos aqui nos referindo ao medo em sim, mas sim à repulsa e principalmente à raiva sentida contra os homossexuais. Essa repulsa e raiva podem ser também resumidas ao preconceito contra homossexuais.

Esse preconceito é real e tão real quanto o preconceito aos afro-decendentes (para utilizar o termo politicamente correto) e até ao preconceito contra as mulheres (que ao meu ver é o mais grave de todos). Esse preconceito basicamente diz que os homossexuais são diferentes dos heterossexuais e, por isso, são inferiores ao heterossexuais e devem se manter distantes pois, devido a essa inferioridade ou diferença, trazer problemas aos heterossexuais, como por exemplo, promiscuidade, doenças venéreas, perversidade e outros argumentos pseudo-científicos. Essa é a ideia por trás da homofobia.

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Homossexuais e a ciência


Questões científicas relativas à homossexualidadeO tema da homossexualidade ainda é uma questão controversa. Nossa sociedade ainda não compreende o tema, muito menos a ciência e a religião conseguem chegar a um consenso. O que se sabe é que a ciência tenta compreender, enquanto a religião tenta encaixar dentro de seus conceitos e dogmas. Novamente, não pretendo chegar aqui a nenhuma conclusão sobre o tema, apenas quer apresentar mais dois pontos de vista, o da ciência e o da religião.

Se eu fosse apresentar sozinho cada um desses, daria cada um uma tese. São várias concepções científicas e várias concepções religiosas. Aqui, porém, irei apresentar as questões científicas. As religiosas deixarei para outro post.

As questões Científicas

A ciência nunca chega a nenhuma conclusão e se alguém disser que algum ponto de vista científico é definitivo, então isso não é ciência. Tendo dito isto, quero aqui apresentar algumas questões polêmicas que a ciência traz e que muitos defensores dos direitos dos homossexuais utilizam como defesa, mas que eu pessoalmente questiono:

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Homossexual… idade… ismo… o que é mesmo o sexo?


Homossexual... idade... ismo... o que é mesmo o sexo?Ouvindo e lendo pela internet várias opiniões sobre homoafetividade ou homoerotismo, me deparo com vários conceitos e desconceitos sobre o tema. Queria tentar abordar uma dessas questões sob o ponto de vista histórico e psicológico. É claro que não conseguirei esclarecer todas as dúvidas ou abordar todos os pontos sobre o assunto, mas tentarei ao menos esclarecer algumas questões. O que quero tratar é justamente é justamente a história por trás da homossexualidade e dos nomes que usamos para designar esse comportamento.

Homossexualidade ou Homossexualismo?

A primeira questão aqui é sobre o nome que damos para essa condição. Alguns dizem que o correto é falar “homossexualidade” porque “homossexualismo” seria doença. Outros não estão nem aí para isso, pois se assim fosse, cristianismo, espiritismo, capitalismo, marxismo, tudo isso também seria doença. Antes de dizermos o que é o correto, temos que compreender de onde vieram esses nomes?

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Sobre a Morte e o Viver…


Este é um tema delicado pra se tratar, principalmente nesse período de final e começo de ano. Mas, a morte vem muitas vezes sem aviso e sem data marcada.

Final de ano é um período simbólico de morte de um período e nascimento de outro. Mas não é dessa morte que quero falar. Quero realmente falar sobre o fato de termos que lidar com a partida definitiva de pessoas que gostamos.

Nunca é fácil aceitar a morte de alguém e nossa cultura se construiu em cima do pressuposto básico da “Vida a cima de tudo” e nós aprendemos que devemos fazer de tudo e mais um pouco para deixar as pessoas vivas e que nunca devemos desejar ou contribuir para a morte de alguém.

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A culpa é da culpa


Culpa não existe. Culpa é um sistema criado para manipulação das massas. Se você sente culpa por alguma coisa, qualquer coisa, parabéns, você faz parte de uma massa manipulada por alguém! E enquanto isso, você se distancia de ser alguém de verdade e continua sendo mais um peão nesse jogo.

Mas eu sinto culpa e esse sentimento é real! Não é uma invenção, uma manipulação.

A culpa é sua!É sim. O que prova que você foi tão manipulado que não consegue pensar diferente. Mas se a culpa é um sentimento real e manipulado ao mesmo tempo, só existe uma explicação: sentimos algo que aprendemos a chamar de culpa, que não é culpa. É engraçado que existem sistemas e teorias inteiras baseadas no conceito de culpa, que só servem para propagar essa enganação. O sistema legal é uma delas, por exemplo. A teoria psicanalítica utiliza de conceitos de moralidade e culpa também. E quem as ouve e acredita nisso só está se enterrando mais nesse pântano.

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Punição serve para absolutamente NADA!


JustiçaUm título incisivo para um tema importante.

Não canso de ouvir que a impunidade é o grande problema, que o sistema judicial é lento e devia punir mais, que com mais punição haveriam menos crimes. Entendo a ansiedade popular, mas não adianta pedir por punição ou reclamar da impunidade porque nada disso vai resolver os problemas.

Punição é utilizada para evitar que uma pessoa emita um comportamento ou faça alguma coisa, muito utilizada como forma de educação – infelizmente. Existem duas formas de se fazer isso: uma é retirando algo prazeroso para a pessoa, como em um castigo; a outra é colocando algo que a pessoa não gosta, como em uma palmada. Podemos também entender a punição simplesmente como algo desagradável que ocorre que nos faz deixar de fazer alguma coisa, como uma mordida de cachorro que nos faz desgostar dos bichos. Primeiro, gostaria de mostrar por que punição não serve para nada e depois vou mostrar quais são as melhores alternativas e por quê.

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Quem observa os observadores: Mídia e Psicopatologia


Quem observa os observadores?Faz um tempo tenho observado algumas propagandas e como elas vendem seus produtos. É claro que é objetivo do publicitário ao produzir essas campanhas de vender a imagem do produto, mas acredito que muitas vezes eles pegam um pouco pesado. Eles acabam vendendo algo que não precisaria vender e criam necessidades desnecessárias.

O que mais me chama a atenção é o excesso de propagandas que vendem a felicidade. Sejamos sinceros: ninguém consegue vender felicidade porque, como diz o clichê ditado pupoplar, dinheiro não compra felicidade! Isso porque felicidade é um sentimento que temos ao alcançarmos objetivos de vida, sejam eles simples ou complexos. A felicidade que temos ao comprar vem do fato de a compra ser um objetivo que alcançamos. Mas felicidade mesmo não pode ser comprada ou vendida ou mensurada ou feito nada com ela além de ser sentida e vivida.

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Primeiro dia de Campus Party e amizades virturreais


Depois de muito tempo sem tocar no meu blog pessoal, finalmente estou de volta. E retorno em grande estilo: estou direto de São Paulo na Campus Party Brasil 2010, a maior festa de tecnologia, criatividade e inovação do mundo! Sim, segundo conversas de corredor fontes extra-oficiais, esta edição da Campus Party já é a maior do mundo, com mais inscritos do que qualquer outra versão.

E esta é uma ótima oportunidade para reencontrar velhos amigos podcasters e novos amigos podcasters. Novos em termos, porque muitos desses “novos” eu já conhecia online. E isso é a parte engraçada disso tudo. Você conhece a pessoa online, conversa com ela, conhece um pouco de seus hábitos e de repente a reconhece na sua frente.

Ou outra situação, muito comum com podcasts. Você ouve um podcaster, ele ouve você no seu, vocês se conhecem mas nunca efetivamente conversaram. E então se encontram pessoalmente nesta grande festa.

Realmente é uma experiência diferente. Na verdade, é um grande incentivo para que as pessoas tornem reais as amizades virtuais. Quebrar a barreira da distância virtual dos dados é muito bom. Um abraço, um aperto de mão ou algo do gênero vale muito mais do que emoticons nos chats do MSN ou Skype.

E para vocês terem uma ideia do que já aconteceu por aqui neste primeiro dia de Campus Party, vejam o que já fiz:

E estes são alguns dos amigos virtuais que tive o prazer de conhecer pessoalmente!

Podcasters na Campus Party

Podcasters na Campus Party