Depois de te postado a entrevista com Carl Jung, posto aqui um breve documentário em duas partes sobre Carl Jung e a psicologia analítica. Este documentário trata um pouco mais sobre alguns conceitos teóricos, além de falar um pouco mais sobre a história de Carl Jung. Vale a pena assistir às duas partes!
O documentário fala sobre conceitos diferentes muitas vezes citados aqui no blog e pouco explorado, como arquétipo e complexo, além de explicações sobre os tipos psicológicos. Particularmente pretendo tratar desses assuntos em futuros posts, mas até lá, contento-me em deixar esse documentário explicar por mim!
E caso queiram comentar, fiquem à vontade aqui no post…
Para aqueles que conhecem a psicologia analítica sabem que os contos de fadas e os mitos são temas recorrentes e muito utilizados pelos psicólogos. Mas de onde eles vem? O que são os contos de fadas de fato? O que já de relacionado com tudo isso?
Este é o primeiro post de uma série de postagens sobre contos de fadas. Todos eles serão linkados aqui:
Essas postagens serão lançadas durante a próxima semana e, uma vez prontos, ficarão aqui para consulta. Mas antes de ouvirmos sobre a Chapeuzinho Vermelho ou sobre As Roupas Novas do Imperador, vamos começar com o básico!
Foi pesquisando para preparar uma aula que encontrei este documentário sobre Jung. Na realidade, é uma entrevista feita com Carl Gustav Jung no final da década de 50 (como podem verificar pela qualidade das imagens). Nela, o entrevistador faz todo tipo de pergunta, tanto sobre sua vida quanto sobre sua obra. Então, se você sempre teve curiosidade em saber quem foi o psicólogo e psiquiatra suiço Carl Gustav Jung, aqui está sua chance de ouvir diretamente dele! E para aqueles que não sabem inglês, o vídeo está legendado. Em alguns momentos, o vídeo treme e a resolução é baixa, mas nada que atrapalhe nem a compreensão nem a leitura das legendas.
O vídeo foi editado em quatro partes, e deixo todas elas aqui, uma abaixo da outra.
Tentei ser politicamente neutro durante as eleições. Mas agora não adianta mais. O Brasil foi enganado pelos governantes eleitos, e resolvi não mais me manter calado. Irei criticar quem merece ser criticado e mostrar para aqueles que me leem os problemas dos atuais governantes que nós mesmo elegemos não faz nem um ano. E o maior problema que vejo é na educação.
Os governantes mentiram dizendo que iriam investir em educação. Isso não aconteceu. O governo atual NÃO TEM INTERESSE EM EDUCAR. Não adianta que governistas e petistas e dilmistas venham tentar me provar o contrário, mostrando promessas e projetos. Os fatos mostram o contrário. Aceitem. Todos fomos enganados pela promeça de renovação da primeira presidenta do Brasil. Não vou nem fazer referência aos quatro ministros de Dilma que cairam desde o começo do ano por denûncias de corrupção – nem mensionar que esses quatro ministros, concidentemente, foram quatro dos ministros que trabalhavam com Lula.
Recentemente me deparei com um documentário no Youtube sobre esteróides anabolizantes. De cara, o tema não me interessou, pois o universo dos anabolizantes não é próximo ao meu. Porém, percebi que o documentário na realidade se tratava da cultura dos Estados Unidos, que centrava em torno da força e do poder e que os anabolizantes eram somente um fator envolvido. Então resolvi assistir.
E de cara, me deparei com questionamentos não só sobre a supervalorização do corpo perfeito ou dos excessos, mas também sobre a hipocrisia do uso de modificadores ou otimizadores corporais, que eles chamam de “enhancers”. Basicamente, a cultura daquele país – que acaba moldando muito da cultura do nosso também – valoriza o uso de produtos químicos para melhorar ou otimizar o trabalho. Um deles são os anabolizantes. Outros incluem os psicofármacos. E aqui começa o meu verdadeiro interesse.
Mais um tema polêmico, mas essa é uma questão que vem surgindo repetidas vezes com meus alunos. Não posso deixar passar. Quem já me ouviu falando sobre isso sabe que eu tenho uma opinião clara sobre isso e até agora não conheci argumentos que pudessem me convencer do contrário. Quem nunca me ouviu, poderá ler agora minha opinião sobre as “psicoterapias cognitivo-comportamentais”: SOU CONTRA e não recomendo a ninguém. Aqui poderei expor por quê.
Antes de começar a falar, já adianto que sei que haverão muitas críticas dos defensores dessa “pseudo-abordagem”, mas já adianto que tentarei responder a essas críticas antes que elas sejam feitas aqui. Outra coisa que devo acrescentar antes de prosseguir é que meu fundamento para tal posicionamento está em questões epistemológicas, metodológicas e políticas relacionadas à psicologia e espero que, caso eu venha a ser criticado, que essas críticas sejam no mesmo nível. Não estou aqui menosprezando nenhum psicólogo específico, muito menos seus pacientes. Somente quero alertar meus leitores para os riscos dessa abordagem, riscos esses que poucos – ou quase ninguém – conhecem.
Mais uma conversa com o Daniel, o Falcão Azul do Monacast! Continuamos nossa conversa anterior sobre hábitos, desta vez falando sobre “Culpa”. Não contentando em falar só sobre isso, falamos também sobre alguns conceitos de psicologia junguiana, como o “Self” e a “individuação”. E terminamos nossa conversa falando um pouco mais sobre o que tudo isso tem a ver com perda de peso. Durante o papo, comentamos vários posts já escritos aqui no blog, então sugiro que, caso não os tenha lido, que o façam até antes de ouvir (ou depois, tanto faz). Os posts comentados estão listados abaixo.
Uma observação: durante o episódio, tem um momento que não consigo me lembrar de uma palavra e passo um tempo pensando em qual poderia ser. Chego a falar em “totalidade”, mas a palavra que procurava é “Plenitude”.
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Ouvindo mais um podcast, desta vez do amigo Eduardo Sales Filho, o Papo de Gordo, com o tema de sustos, medos e fobias, me deparo com uma pergunta direcionada a mim! O objetivo deles não era definir ou dar explicações precisas sobre o que são medos e fobias, mas invariavelmente eles precisaram falar sobre o conceito. Então eles tocam no assunto do pânico e querem saber o que é isso, já que popularmente refere-se ao pânico como um medo enorme. É então que eles citam o meu nome e pedem para que eu explique. Pois bem, aqui vai a explicação: (caso você queira ouvir o episódio antes e ouvir a pergunta, clique aqui)
Basicamente, medo é uma reação natural do organismo a coisas que nos ameaçam. Faz parte do nosso instinto de sobrevivência e pode ser relacionado inclusive ao instinto de agressividade. Geralmente, diante de ameaças ou nós atacamos ou fugimos, ou somos agressivos ou temos medo. Tanto o medo quanto a agressividade são regidos neurologicamente por um gânglio cerebral chamado de amídala. E, psicologicamente, a diferença entre os dois é bem sutil, ao ponto de você poder pensar que uma pessoa agressiva também tem bastante medo (lembrando até o que o nosso amigo Vanassi relatou no podcast de ele ficar agressivo quando leva sustos). Quer saber mais? Clique aqui e continue lendo “Medo, Fobia e Pânico”
Interessados no meu trabalho podem entrar em contato no email pablo@deassis.net.br.
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