By Pablo de Assis on 05/10/2010
Sim, teremos segundo turno para as eleições presidenciais. Não, não é necessariamente o resultado que eu queria. Não teremos segundo turno para as eleições do governo do estado do Paraná. Tudo isso só mostra uma coisa: ainda não estamos prontos para a mudança.
Esses e outros fatos apontam para isso: um palhaço foi eleito com o maior número de votos do Brasil, candidatos foram preso por fazer boca de urna e serão empossados após pagamento da multa, insistimos num continuismo besta bipolar como se só existissem dois lados, direta e esquerda, e que só existe um representante de cada lado.
Quer saber mais? Clique aqui e continue lendo “Sobre o resultado das eleições 2010″
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By Pablo de Assis on 01/10/2010
“Cada povo tem o representante que merece.”
Até este momento, tentei manter-me isento na hora de falar de política, pois não queria parecer estar fazendo propaganda política ou defesa, apologia ou ataque a nenhum partido ou ideologia. Quem me conhece, sabe que eu tenho meus pontos de vista, minhas ideologias e minhas preferências partidárias, mas meus leitores não precisam ser induzidos a eles. Eu acredito que as escolhas políticas devem ser pessoais e críticas, por isso só aponto a forma, o contexto e espero que as pessoas saibam escolher.
E qual a importância de se saber escolher? Ao menos, os representantes do executivo irão exercer políticas que influenciarão a todos por quatro anos, tempo suficiente para se fazer um curso superior, por exemplo. Alguns podem não estar nem aí, pensando que ou seu voto não vale para nada ou os candidatos não servem para nada. Então essas pessoas ajudam a se propagar uma má administração pública por pelo menos mais quatro anos.
O pior não são nem essas pessoas, mas aquelas que não sabem votar para o legislativo. Talvez pela forma como as propagandas políticas são feitas, mas parece que ninguém sabe escolher candidato a deputado e senador. Se escolhem, não se lembram depois em quem votou. A importância dada é baixíssima, já que seu candidato, se eleito, compartilhará um espaço com outros 500 deputados eleitos e sua atuação irá depender de acordos partidários ou de força de bancada. Então o eleitor escolhe qualquer um e geralmente, acaba escolhendo ou um número qualquer. Isso mesmo: deputado vira um simples número que pode ser sorteado aleatoriamente. Quer saber mais? Clique aqui e continue lendo “Um pouco sobre o perfil dos eleitores brasileiros”
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By Pablo de Assis on 29/09/2010
O mais importante em um processo democrático de eleições é o debate. Sem o debate, não temos como saber de fato quais são as propostas e – principalmente – como é o pensamento do candidato e se ele é preparado para governar. É claro que isso acontece melhor com os cargos maioritários de senador, governador e presidente. Para os deputados estaduais e federais, o melhor é a variedade de opiniões presentes, contanto que tenham consistência com aquilo que você acredita.
Mas o debate que estou falando não é o da televisão, mas o do dia-a-dia, aquele que vemos nas ações dos candidatos e nas relações que mantêm com o povo. Durante as campanhas, nós vemos o que a mídia nos mostra e os debates dos candidatos na televisão e internet. Mas e os debates das pessoas?
Quer saber mais? Clique aqui e continue lendo “A importância do 2º turno nas eleições”
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By Pablo de Assis on 28/09/2010
Estamos chegando na reta final da nossa campanha eleitoral. Ela está sendo chamada de a primeira campanha da internet. Então quero aproveitar a internet não para dizer em quais candidatos votar, mas sim para mostrar como escolher seu candidato. Por quê?Porque tem muita gente que não dá valor ao voto e vota simplesmente por votar. E no final, isso acaba nos levando sempre ao pior caminho.
Como este é um tema um tanto quanto importante, este post será um pouco longo. Então, para poder escolher melhor o seu candidato, devemos prestar atenção nos seguintes itens:
- Pesquisas de opinião
- Partidos políticos
- Continuismo
- Candidato
Quer saber mais? Clique aqui e continue lendo “Como escolher o seu candidato nas próximas eleições”
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By Pablo de Assis on 23/09/2010
Em épocas de eleição, vale a pena escrever sobre isso, pois em qualquer outro momento do ano esse tipo de conversa fica deslocada e corre o risco de se perder no vazio.
Existem vários temas falados pelas pessoas sobre as eleições em si – sem entrar no mérito dos candidatos (irei tratar sobre isso em outro post) – que são mais desinformações do que informações. Vou aqui fazer a minha parte para ajudar nisso. Sei que a quantidade de leitores do meu blog não é suficiente para ser um grande formador de opinião, mas se eu conseguir mostrar isso a pelo menos um pequeno grupo de pessoas que poderá repassar essa informação, sentirei-me satisfeito.
Uma das questões que mais me incomoda quando ouço pessoas falarem sobre eleições é a tal questão do “voto útil”, ou seja, o voto da pessoa tem que valer pra alguma coisa, por isso ela vota em quem tem mais chances de ganhar. Temos aqui dois problemas sérios: o primeiro deles é que a escolha acaba ficando desproporcional à vontade da população e caímos no risco de escolhermos diretamente um candidato que não queremos. Quer saber mais? Clique aqui e continue lendo “Não existe voto útil, só eleitor mal informado”
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By Pablo de Assis on 20/09/2010
Culpa não existe. Culpa é um sistema criado para manipulação das massas. Se você sente culpa por alguma coisa, qualquer coisa, parabéns, você faz parte de uma massa manipulada por alguém! E enquanto isso, você se distancia de ser alguém de verdade e continua sendo mais um peão nesse jogo.
Mas eu sinto culpa e esse sentimento é real! Não é uma invenção, uma manipulação.
É sim. O que prova que você foi tão manipulado que não consegue pensar diferente. Mas se a culpa é um sentimento real e manipulado ao mesmo tempo, só existe uma explicação: sentimos algo que aprendemos a chamar de culpa, que não é culpa. É engraçado que existem sistemas e teorias inteiras baseadas no conceito de culpa, que só servem para propagar essa enganação. O sistema legal é uma delas, por exemplo. A teoria psicanalítica utiliza de conceitos de moralidade e culpa também. E quem as ouve e acredita nisso só está se enterrando mais nesse pântano.
Quer saber mais? Clique aqui e continue lendo “A culpa é da culpa”
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By Pablo de Assis on 14/09/2010
Para quem é da área da saúde, já sabe do que se trata o Ato Médico. Para quem não é dessa área, talvez essa discussão seja nova. Não vou entrar em detalhes históricos, nem datas e nomes, pois em vários lugares na internet você consegue encontrar sobre isso. Vou aqui dar a minha opinião sobre o assunto.
Só para situar quem não conhece, o Ato Médico é o nome dado ao projeto de lei nº 7.703/2006 que busca formalizar a profissão do médico enquanto profissional da saúde. Por incrível que possa parecer, a profissão do médico não tem uma formalização legal dizendo quais são as atribuições próprias do médico nem o que ele deve ou pode fazer, principalmente com relação às outras profissões da área da saúde. O Ato Médico visa corrigir isso, regulamentando a profissão do médico.
Até aí, tudo bem, nada contra a iniciativa. Muito pelo contrário, acho até o projeto algo louvável! O problema começa com a forma como o projeto trata o médico e os outros profissionais da saúde.
Quer saber mais? Clique aqui e continue lendo “O problema do Ato Médico”
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By Pablo de Assis on 13/08/2010
Para além de sua relação com a psicanálise de Freud, Jung também aprofundou seus estudos em diversas outras áreas de conhecimento humano, tanto aquelas que já eram conhecidas por cientistas e psicanalistas, como a análise de sonhos e a mitologia, como outras pouco estudadas, como a alquimia. Jung entendia que todos esses estudos serviam como formas de compreendermos as diferentes manifestações da psique humana e do inconsciente coletivo (termo que mais tarde foi revisto e renomeado como “psique objetiva”).
Talvez por causa disso tudo – de sua relação de amor e ódio com a psicanálise de Freud e de seus objetos de estudo pouco ortodóxos – a psicologia junguiana seja coberta com uma aura mística que assusta os mais céticos e atrai os mais curiosos. Independente dos comentários que são feitos de fora, por aqueles que pouco conhecem sua obra ou daqueles mais ufanistas que conhecem cada linha de seus livros, a influência da psicologia analítica de Jung é inegável. Quer saber mais? Clique aqui e continue lendo “Jung e a Psicologia Analítica”
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