<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	xmlns:itunes="http://www.itunes.com/dtds/podcast-1.0.dtd"
	xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/"
>

<channel>
	<title></title>
	<atom:link href="http://pablo.deassis.net.br/tag/paranoia/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://pablo.deassis.net.br</link>
	<description>Psicologia, Tecnologia e tudo mais.</description>
	<lastBuildDate>Tue, 31 Jan 2012 21:14:10 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-br</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.1</generator>
	<!-- podcast_generator="podPress/8.8.8.4" -->
	<copyright>Copyright © Pablo de Assis 2010-2011 </copyright>
	<managingEditor>pablo.deassis@gmail.com (Pablo de Assis)</managingEditor>
	<webMaster>pablo.deassis@gmail.com (Pablo de Assis)</webMaster>
	<ttl>1440</ttl>
	<image>
		<url>http://pablo.deassis.net.br/psicolog/psicologlogo2.png</url>
		<title>Pablo de Assis &#187; paranóia</title>
		<link>http://pablo.deassis.net.br</link>
		<width>144</width>
		<height>144</height>
	</image>
	<itunes:subtitle>Podcast de psicologia, tecnologia e tudo mais!</itunes:subtitle>
	<itunes:summary>Psicologia, Tecnologia e tudo mais.</itunes:summary>
	<itunes:keywords>psicologia, tecnologia, mitologia, psicoterapia, podcasting, podcast, comunicação, áudio</itunes:keywords>
	<itunes:category text="Health" />
	<itunes:category text="Education">
		<itunes:category text="Education Technology" />
	</itunes:category>
	<itunes:category text="Technology">
		<itunes:category text="Podcasting" />
	</itunes:category>
	<itunes:author>Pablo de Assis</itunes:author>
	<itunes:owner>
		<itunes:name>Pablo de Assis</itunes:name>
		<itunes:email>pablo.deassis@gmail.com</itunes:email>
	</itunes:owner>
	<itunes:block>no</itunes:block>
	<itunes:explicit>no</itunes:explicit>
	<itunes:image href="http://pablo.deassis.net.br/psicolog/psicologlogo2.png" />
		<item>
		<title>Quem observa os observadores: Mídia e Psicopatologia</title>
		<link>http://pablo.deassis.net.br/2010/07/quem-observa-os-observadores-midia-e-psicopatologia/</link>
		<comments>http://pablo.deassis.net.br/2010/07/quem-observa-os-observadores-midia-e-psicopatologia/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 06 Jul 2010 19:40:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pablo de Assis</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Psicopatologia]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[felicidade]]></category>
		<category><![CDATA[feliz]]></category>
		<category><![CDATA[imagem]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>
		<category><![CDATA[paranóia]]></category>
		<category><![CDATA[propaganda]]></category>
		<category><![CDATA[protex]]></category>
		<category><![CDATA[publicidade]]></category>
		<category><![CDATA[toc]]></category>
		<category><![CDATA[transtorno obsessivo compulsivo]]></category>
		<category><![CDATA[transtornos mentais]]></category>
		<category><![CDATA[vender]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://pablo.deassis.net.br/?p=351</guid>
		<description><![CDATA[Faz um tempo tenho observado algumas propagandas e como elas vendem seus produtos. É claro que é objetivo do publicitário ao produzir essas campanhas de vender a imagem do produto, mas acredito que muitas vezes eles pegam um pouco pesado. Eles acabam vendendo algo que não precisaria vender e criam necessidades desnecessárias. O que mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://pablo.deassis.net.br/wp-content/uploads/watchmen-smiley.png"><img class="alignright size-full wp-image-355" title="watchmen-smiley" src="http://pablo.deassis.net.br/wp-content/uploads/watchmen-smiley.png" alt="Quem observa os observadores?" width="150" height="150" /></a>Faz um tempo tenho observado algumas propagandas e como elas vendem seus produtos. É claro que é objetivo do publicitário ao produzir essas campanhas de vender a imagem do produto, mas acredito que muitas vezes eles pegam um pouco pesado. Eles acabam vendendo algo que não precisaria vender e criam necessidades desnecessárias.</p>
<p>O que mais me chama a atenção é o excesso de propagandas que vendem a felicidade. Sejamos sinceros: ninguém consegue vender felicidade porque, como diz o <span style="text-decoration: line-through;">clichê</span> ditado pupoplar, dinheiro não compra felicidade! Isso porque felicidade é um sentimento que temos ao alcançarmos objetivos de vida, sejam eles simples ou complexos. A felicidade que temos ao comprar vem do fato de a compra ser um objetivo que alcançamos. Mas felicidade mesmo não pode ser comprada ou vendida ou mensurada ou feito nada com ela além de ser sentida e vivida.</p>
<p><a href="http://pablo.deassis.net.br/wp-content/uploads/watchmen-smiley-sad.gif"><span id="more-351"></span><img class="size-thumbnail wp-image-356 alignleft" title="watchmen-smiley-sad" src="http://pablo.deassis.net.br/wp-content/uploads/watchmen-smiley-sad-150x150.gif" alt="Alguém já parou pra perceber isso?" width="150" height="150" /></a>Acontece que quando estamos felizes &#8211; e isso é algo que a mídia de forma geral tenta nos convencer que precisamos &#8211; acabamos comprando mais e alimentamos mais o sistema. Na nossa sociedade acabou que é praticamente proibido ser triste, ficar deprimido, pois quando fazemos isso, não trabalhamos, não produzimos, não ganhamos dinheiro e consequentemente não gastamos. Mas não pense que isso é culpa do capitalismo, já que em um sistema comunista ou socialista ficar deprimido significa não contribuir para o bem social. Isso é um problema da nossa sociedade moderna que olha mais para fora do que para dentro.</p>
<p>A depressão  &#8211; por incrível que pareça &#8211; é algo necessário, pois com ela podemos refletir sobre nossas escolhas, sobre nosso caminho e sobre nossa vida. É tão necessário que os antigos gregos já reconheciam duas artes do teatro, a comédia que falava sobre as felicidades e eventos cômicos da vida, e a tragédia que falava das nossas tristezas e servia de cano de escape para os nossos sofrimentos.</p>
<p>É claro que ninguém quer ser triste ou sofrer, mas não podemos negar o valor e a necessidade disso. Infelizmente, não é isso que querem as empresas, o comércio e o mercado. Não há lugar para tristeza nesses meios, já que a prerrogativa deles é vender, comprar e consumir. Como exemplo, deixo aqui a propaganda de uma loja de departamentos conhecida. Seu slogan é &#8220;Vem ser feliz&#8221; e em vários momentos nessa peça podemos ver pessoas felizes, correndo e os funcionários da loja dizendo que eles querem fazer as outras pessoas felizes.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="580" height="465" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/YsUzTzx5GuA&amp;hl=en_US&amp;fs=1?color1=0x006699&amp;color2=0x54abd6&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="580" height="465" src="http://www.youtube.com/v/YsUzTzx5GuA&amp;hl=en_US&amp;fs=1?color1=0x006699&amp;color2=0x54abd6&amp;border=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Nada contra a felicidade, mas quando ela é tratada como mercadoria, começamos a ter um grande problema, principalmente porque cada vez mais as pessoas irão comprar para poderem ser felizes. O mercado adora isso! Mas não as pessoas, já que elas não sabem o que é ser feliz.</p>
<p>Um outro caso que me chamou muito a atenção é de uma marca de sabonete que vende literalmente a proteção a doenças que podem matar pessoas. É essa a imagem ao menos que acabamos tendo com a propaganda que passa na televisão. Vemos frazes do tipo: &#8220;Há bactérias em tudo que tocamos, que podem te deixar doente&#8221; ou &#8220;Previna-se contra doenças&#8221; ou ainda &#8220;você deve lavar as mãos várias vezes&#8221;, impondo o consumo excessivo do sabonete.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="580" height="465" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/y-2pc-rUOSg&amp;hl=en_US&amp;fs=1?color1=0x006699&amp;color2=0x54abd6&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="580" height="465" src="http://www.youtube.com/v/y-2pc-rUOSg&amp;hl=en_US&amp;fs=1?color1=0x006699&amp;color2=0x54abd6&amp;border=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Posso pensar aí em dois grandes problemas psicopatológicos: o Transtorno  Obsessivo Compulsivo e a Paranóia, ou Transtorno Delirante.</p>
<p>O Transtorno Obsessivo Compulsivo se caracteriza por atos compulsivos utilizados para livrar a ansiedade de um pensamento obsessivo. Se esse pensamento for que tudo à nossa volta está contaminado (&#8220;<em>Há bactérias em tudo que tocamos, que podem te deixar doente</em>&#8220;), um ato compulsivo relacionado a isso pode ser o de lavar as mão várias e várias vezes para livrar-nos da contaminação (&#8220;<em>Você deve lavar as mãos várias vezes</em>&#8221; e &#8220;<em>Previna-se contra doenças</em>&#8220;).</p>
<p>Já o Transtorno Delirante é caracterizado pela presença de delírios, ou seja, de crenças irracionais sem fundamento. Acreditar que existem bactérias em tudo o que tocamos e que elas podem provocar doenças não é um delírio, já que isso é um fato. O delírio começa a acontecer quando acreditamos que essas bactérias podem estar atrás de nós e se nós não utilizarmos o tal sabonete para nos prevenir de doenças, vamos morrer. Isso já é delírio e beira a paranóia, que é o delírio de perseguição. Para mais detalhes sobre esses quadros, leiam este post: <a href="http://pablo.deassis.net.br/2010/02/uma-breve-historia-das-doencas-mentais/">Uma breve história das doenças mentais</a>.</p>
<div id="attachment_357" class="wp-caption aligncenter" style="width: 449px"><a href="http://pablo.deassis.net.br/wp-content/uploads/bacteriaDonSmith.jpg"><img class="size-full wp-image-357" title="bacteriaDonSmith" src="http://pablo.deassis.net.br/wp-content/uploads/bacteriaDonSmith.jpg" alt="Cuidado com as bactérias?" width="439" height="325" /></a><p class="wp-caption-text">Cuidado com as bactérias?</p></div>
<p>A grande questão que deixo agora é: a gente para pra pensar sobre os anuncios que vemos todos os dias na televisão e sobre a imagem que eles estão vendendo? Essas duas propagandas aqui são só dois exemplos de propagandas que criam necessidades desnecessárias, um de comprar felicidade e outro de superproteção à doenças mortais. Mas existem tantas outras, certo? Cada uma ou alimenta esses padrões de mercado ou  colocam objetivos irreais para pessoas reais. Só para citar mais UM exemplo (que depois irei comentar), a imagem de belexa anoréxica de vários comerciais de roupa íntima feminina.</p>
<p>Muitas vezes ficamos passivos diante de tudo isso, sendo somente observados como gado que consome o que nos empurram. Mas devemos perceber que também podemos observar tudo isso e sim podemos dizer não ao que nos vendem as propagandas. Podemos querer ser felizes, mas para isso basta colocar pequenos objetivos diários a serem alcançados e não precisar comprar qualquer coisa para isso. Podemos querer não ficar doentes, mas bactérias também fazem bem à saúde. O que precisamos é ficar atentos ao que nos é vendido, é tornarmos observadores ao invés de simples observados.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://pablo.deassis.net.br/2010/07/quem-observa-os-observadores-midia-e-psicopatologia/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Quem observa os observadores? Uma Introdução</title>
		<link>http://pablo.deassis.net.br/2010/05/quem-observa-os-observadores-uma-introducao/</link>
		<comments>http://pablo.deassis.net.br/2010/05/quem-observa-os-observadores-uma-introducao/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 28 May 2010 20:43:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pablo de Assis</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs e Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Psicopatologia]]></category>
		<category><![CDATA[delírio]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[observador]]></category>
		<category><![CDATA[observar]]></category>
		<category><![CDATA[orkut]]></category>
		<category><![CDATA[paranóia]]></category>
		<category><![CDATA[twitter]]></category>
		<category><![CDATA[watchmen]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://pablo.deassis.net.br/?p=298</guid>
		<description><![CDATA[&#8220;Quis Custodiet Ipso Custodet&#8221; é uma frase muito antiga do poeta romano Juvenal que quer dizer literalmente &#8220;Quem vai guardar aqueles que guardam&#8221; ou às vezes, &#8220;quem observa os observadores&#8221;. Essa frase, para quem assistiu ao filme Watchmen ou leu a graphic novel, sabe que essa frase aparece algumas vezes como forma de protesto contra [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://pablo.deassis.net.br/wp-content/uploads/Who_Watches_The_Watchmen.png"><img class="size-full wp-image-299  alignright" title="Who watches the Watchmen" src="http://pablo.deassis.net.br/wp-content/uploads/whowatches.jpg" alt="Who watches the Watchmen" width="323" height="248" /></a>&#8220;<em>Quis Custodiet Ipso Custodet</em>&#8221; é uma frase muito antiga do poeta romano <a href="http://www.youtube.com/watch?v=LSoJquRNC7Y">Juvenal</a> que quer dizer literalmente &#8220;Quem vai guardar aqueles que guardam&#8221; ou às vezes, &#8220;quem observa os observadores&#8221;. Essa frase, para quem assistiu ao filme <a href="http://http://www.submarino.com.br/produto/6/21649947/dvd+watchmen:+o+filme/?franq=272988">Watchmen</a> ou leu a <a href="http://www.submarino.com.br/produto/9/737869/watchmen/?franq=272988">graphic novel</a>, sabe que essa frase aparece algumas vezes como forma de protesto contra os heróis mascarados. O engraçado é que em nenhum momento da história eles são chamados de <em>Watchmen</em> (ao menos no original do Alan Moore), mas esse nome vem justamente da referência a essa frase.</p>
<p>Mas, independente de Alan Moore, essa frase reflete um pouco em como pode ser nossa vida na internet. Quem possui vida online é constantemente observado. Ao mesmo tempo, também observa. Vale ver como funciona, por exemplo, o Orkut. Lá, cada vez que olhamos o perfil de alguém, o sistema avisa o observado quem o observou. Somos constantemente vigiados.</p>
<p><span id="more-298"></span>Outro lugar onde isso acontece é o <a href="http://twitter.com/passis">Twitter</a>. Seguimos pessoas e somos seguidos por outras. Quem segue, observa. Quem é seguido é observado. Como todos seguimos e somos seguidos, somos ao mesmo tempo observador e observado. Neste caso, a resposta à pergunta &#8220;quem observa os observadores&#8221; seria &#8220;os observados&#8221;. Hoje em dia, isso dá uma ideia bem diferente sobre o que seria o Panóptico de Jeremy Bentham (o que pode ser assunto para outro post).</p>
<p>Isso é um prato cheio para quem sofre de alguma forma de <a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/49286/paranoia/?franq=272988">Paranóia</a>. Paranóia, para quem não conhece, é chamada brevemente como &#8220;mania de ser observado&#8221;. É aquela sensação de que alguém o está vigiando, observado o tempo todo, geralmente por alguém que não conhecemos. É aquela impressão que temos quando alguém está longe e nos olha brevemente e achamos que ela nos está observando há tempos.<a href="http://pablo.deassis.net.br/wp-content/uploads/olho125.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-302" title="Olho" src="http://pablo.deassis.net.br/wp-content/uploads/olho125.jpg" alt="Olho" width="400" height="266" /></a></p>
<p>Mas como funciona isso? A base da paranóia é o delírio. O delírio, segundo Hillman, é o único sintoma que é 100% psicológico, ou seja, não existe nenhuma base fisio, neuro ou sociológica para o delírio. O delírio pode ser caracterizado como uma crença infundada em alguma coisa. Podem ser crenças bizarras ou não-bizzaras, mas sempre essas crenças não vem como fundamento. Algumas pessoas, inclusive, dizem que acreditar na existência de <a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/1972799/deus+,+um+delirio/?franq=272988">Deus é um delírio</a> já que não existem fundamentos reais para tal, somente a fé. Ele é 100% psicológico porque, se a qualquer momento forem encontrados fundamentos para a crença, ele deixa de ser delírio.</p>
<p><a href="http://pablo.deassis.net.br/wp-content/uploads/twitter_block.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-305" title="twitter_block" src="http://pablo.deassis.net.br/wp-content/uploads/twitter_block.jpg" alt="" width="149" height="144" /></a>É claro que neste breve espaço, não é possível falar muito sobre isso, inclusive sobre as inplicações disso como, por exemplo, o fato de algumas empresas vigiarem ou controlarem a vida virtual de seus empregados. Isso muitas vezes vai além do fato de alguns sites e serviços online serem bloqueados da rede da empresa, mas também um controle sobre as comunidades do Orkut ou sobre o que a pessoa twitta. Em breve, falarei um pouco mais sobre isso, aprofundando sobre questões tecnológicas e psicológicas desse tema para compreendermos quem somos os observados que observamos nós, os observadores.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://pablo.deassis.net.br/2010/05/quem-observa-os-observadores-uma-introducao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

